Amizade: liberdade da alma e alegria do espírito.

Em um de seus belíssimos escritos, São Gregório Nazianzeno, um dos padres da Igreja, escreveu sobre seu amigo São Basílio, e nos explicou um pouco como viviam profundamente a amizade: “Encontramo-nos em Atenas. Como o curso de um rio, que partindo da única fonte se divide em muitos braços, Basílio e eu nos tínhamos separado … Mais Amizade: liberdade da alma e alegria do espírito.

LXX – D. Plácida

Voltemos à casinha. Não serias capaz de lá entrar hoje, curioso leitor; envelheceu, enegreceu, apodreceu, e o proprietário deitou-a abaixo para substituí-la por outra, três vezes maior, mas juro-te que muito menor que a primeira. O mundo era estreito para Alexandre; um desvão de telhado é o infinito para as andorinhas. Machado de Assis, Memórias Póstumas.

LXIII – Fujamos!

Uma janela aberta deixava entrar o vento, que sacudia frouxamente as cortinas, e eu fiquei a olhar para as cortinas, sem as ver. Empunhara o binóculo da imaginação; lobrigava, ao longe, uma casa nossa, uma vida nossa, um mundo nosso […]. Esta ideia embriagou-me […]. Machado de Assis, Memórias Póstumas.

Comida.

Bebida é água Comida é pasto. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? A gente não quer só comida, A gente quer comida, diversão e arte. A gente não quer só comida, A gente quer saída para qualquer parte; A gente não quer só comida, A gente quer bebida, diversão, balé. A … Mais Comida.

“Ama como se fosse morrer hoje”. Sêneca, meu professor de eletricidade e eu.

Em dois mil e treze, meu então professor de eletricidade e instalações elétricas prediais, numa de suas aulas teóricas abriu um parêntesis que marcou meu modo de pensar e agir. Não lembro da declaração ipsis litteris, mas a mensagem era mais ou menos assim: “a oportunidade é um homem com apenas dois fios de cabelo, você precisa … Mais “Ama como se fosse morrer hoje”. Sêneca, meu professor de eletricidade e eu.