Atendimento ao público.

Já tive a oportunidade – e espero ter novamente – de atender ao público. Foram experiências deveras enriquecedoras. Todas as vezes que vamos a algum lugar, esperamos que no mínimo sejamos bem atendidos. O problema é que nem sempre é assim e o contentamento é realmente descontente.

Não importa o lugar: seja de manhã cedo na padaria; ao meio dia no restaurante ou à noite, no barzinho da zona sul, nós queremos sempre um bom atendimento. Cada lugar, é verdade, carrega sua praxe e sua identidade. Não é possível atender o cliente de uma clínica do mesmo jeito que se atende ao freguês da padaria!

Todos quantos trabalham com o público precisam estar preparados para fazê-lo. Aquele que trabalha recebendo pessoas – independente da função – precisa, sobretudo, de empatia para poder realizar um bom trabalho. Gosto muito da regra de ouro ou, como também é conhecida, ética da reciprocidade, pois ao imaginar-se no lugar de quem recebe o atendimento começamos a  perceber como ele faz a diferença na vida das pessoas. Imaginar que sejam parentes e familiares próximos também é interessante.

Dois meses atrás, mais ou menos, eu estava a caminho do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas e, ao ligar para a instituição, recebi o pior tratamento possível e imaginável. Justiça seja feita: eu liguei antes do horário de expediente; contudo, isso não justifica a total falta de gentileza e educação. Se a pessoa que me atendeu dissesse: “Sinto muito, no momento estamos fora do horário de atendimento” ou qualquer outra maneira de dizer que não poderia prestar-me atendimento no instante, ser-me-ia mais fácil compreender. Mas depois de ter sido muito mal atendido, de forma grosseira, desprezível e ter o telefone “desligado na cara” eu pensei: por quê?

Nem todo mundo tem um bom dia todo dia. Somos deveras incapazes de perceber com totalidade as histórias de vida das pessoas, suas lutas, sonhos, e ideais, e como saber se está realmente “tudo bem”? Tornou-se uma frase tão genérica. Mas é assim mesmo, não podemos abraçar o mundo. Entretanto, é possível ajudar pessoas que não conhecemos com cordialidade e cortesia, com um bom atendimento e atenção.

A assertiva acima é voraz. Todos podem passar por um dia não tão bom e é por isso que o atendimento ao público reserva seus desafios. Aparece de tudo! Chegam pessoas boas e más, gentis e grosseiras, educadas e não tão educadas assim. O bom colaborador – como uma boa pessoa que deve ser – não pode optar em igualar-se pelos fatos negativos, mas ter autocontrole e dar o seu melhor para bem atender todos quantos necessitam de um (bom) atendimento.

Desse modo, faz-se importante ter uma boa relação consigo mesmo; porque, imagine você: só está bem por fora quem está bem por dentro. Cultivar bons hábitos, aprender a respirar corretamente e praticar exercícios – dentre tantas outras práticas –  certamente alimentam uma vida mais leve, tranquila e sorridente.

Chega de “carões” carrancudos.
Faça a diferença. Agora.

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