Gente que chega e gente que vai. (Parte 1)

Que bom que a gente muda, cresce e amadurece. Depois de algum tempo eu percebi que nem tudo é o que parece e que não é preciso – e não é saudável – escancarar ao mundo nossas aspirações e vitórias. Todo mundo que cresceu, ao olhar para trás, certamente sentiu-se envergonhado de uma ou outra … Continuar lendo Gente que chega e gente que vai. (Parte 1)

Cada qual com o seu espaço.

A comunicação é intrínseca ao ser humano, é uma verdadeira necessidade que todos têm. Nem sempre, porém, ela se dá de forma agradável; pois, as diferentes maneiras de pensar e variegadas formas de expressar esses pensamentos nem sempre encontram uma externalização agradável. Fato é que nossas convicções não devem afetar o espaço de outra pessoa. … Continuar lendo Cada qual com o seu espaço.

Amizade: liberdade da alma e alegria do espírito.

Em um de seus belíssimos escritos, São Gregório Nazianzeno, um dos padres da Igreja, escreveu sobre seu amigo São Basílio, e nos explicou um pouco como viviam profundamente a amizade: “Encontramo-nos em Atenas. Como o curso de um rio, que partindo da única fonte se divide em muitos braços, Basílio e eu nos tínhamos separado … Continuar lendo Amizade: liberdade da alma e alegria do espírito.

Os Testemunhas de Jeová no meu portão.

O texto a seguir não se trata de uma análise doutrinária dos Testemunhas de Jeová, pois eu não posso escrever com propriedade sobre aquilo que eu não conheço, mas sim de uma ponderação sobre o hábito de seus integrantes em sair pelas ruas, de casa em casa, para anunciar sua fé. Chama-me atenção esse fato … Continuar lendo Os Testemunhas de Jeová no meu portão.

Atendimento ao público.

Já tive a oportunidade – e espero ter novamente – de atender ao público. Foram experiências deveras enriquecedoras. Todas as vezes que vamos a algum lugar, esperamos que no mínimo sejamos bem atendidos. O problema é que nem sempre é assim e o contentamento é realmente descontente. Não importa o lugar: seja de manhã cedo … Continuar lendo Atendimento ao público.

LXX – D. Plácida

Voltemos à casinha. Não serias capaz de lá entrar hoje, curioso leitor; envelheceu, enegreceu, apodreceu, e o proprietário deitou-a abaixo para substituí-la por outra, três vezes maior, mas juro-te que muito menor que a primeira. O mundo era estreito para Alexandre; um desvão de telhado é o infinito para as andorinhas. Machado de Assis, Memórias Póstumas.

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